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Os erros mais comuns dos empreendedores

Guarulhos, 14 de julho de 2008

Nestes 35 anos de experiência trabalhando com os mais diversos tipos de empresas – nacionais e multinacionais – e de empresários, tamanhos e formas de tributação diferentes, pude acumular uma gama muito grande de fatos que, com certeza, podem afetar uma empresa e seus colaboradores de forma desastrosa.

Quando um empreendedor fala: vou abrir o meu próprio negócio, ser o patrão, ganhar quanto quiser, trabalhar menos, viver a vida com meu negócio, etc… não imagina, realmente, a luta e as conseqüências deste ato que, à princípio, parece ser tão simples.

Afinal de contas, qual é o brasileiro ou brasileira que não sonha em ter o seu próprio negócio? Não ter horário, não ter chefe ou gerente que fique no seu pé, ficar rico, entre outros.

Bom, este sonho, tão almejado pode ser coroado de sucesso e, até mesmo, ser superado. Basta que, para isto, o empreendedor tenha um comprometimento muito grande com ele mesmo, com a família, com a empresa, seus colaboradores e, principalmente, com seus clientes.

Infelizmente, conforme dados estatísticos, 60% das empresas abertas morrem nos primeiros cinco anos e mais 35% morrem até o décimo ano, restando apenas 5% de empresas, com relativo sucesso, após 10 anos de trabalho. Muitos são os fatores que levam estas empresas a fecharem suas portas e acabarem com o sonho de milhares de pessoas.

Pretendemos, na medida do possível, demonstrar os principais “erros” do empreendedor e da empresa. Caso você ou sua empresa se identifique com qualquer um deles saiba que pode “arrumar” e “consertar” este erro.

Wilson Giglio é diretor de capacitação da ACE-Guarulhos