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Setor de embalagens recicla otimismo

A retomada da produção da indústria de não-duráveis empolgou os fabricantes de embalagens, que agora projetam aumento de 4,5% nas vendas neste primeiro trimestre. A Associação Brasileira de Embalagens (Abre) estimava um acréscimo de 3% em relação aos três primeiros meses de 2003. Para 2005, as empresas estimam elevar em cerca de 10% as vendas, baseadas na demanda interna.

– Os bens não-duráveis têm crescido com um fôlego que não esperávamos. O início deste ano está sendo bem mais promissor – comemora a diretora-executiva da Abre, Luciana Pellegrino. A produção de embalagens cresceu 9% em novembro em relação a igual mês de 2003. Com o animado fim de ano, a Abre revisou para cima a perspectiva dos próximos meses.

A previsão de faturamento para 2004, de R$ 26 bilhões (ante os R$ 23 bilhões consolidados em 2003), também deve ser revista para cima.

Sabrina Lorenzi

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