Santos ultrapassa 42 milhões de toneladas movimentadas
O porto de Santos movimentou em julho 6.828.492 toneladas. Esta é a melhor marca para o mês de julho em toda a história do terminal e o terceiro maior movimento mensal, superada apenas pelos meses de maio e junho deste ano. O volume de carga foi 8,24% superior a junho e 7,89% acima de julho do ano passado.
Com esse resultado, o acumulado do ano atingiu 42.132.414 toneladas. As exportações representam 70,94% do total e mantêm a tendência de alta, com acréscimo de 12,47% em relação a 2004. Já as importações caíram 1,86%.
Açúcar foi o principal produto embarcado, atingindo 7.234.476 toneladas embarcadas em sacas e a granel, um crescimento de 38,46% até julho. O complexo soja veio em seguida com embarques de 6.769.341 toneladas. Os outros destaques na movimentação de exportação ficaram com cargas líquidas a granel, como diesel, gasóleo e óleo combustível.
O café foi o item que apresentou maior crescimento de embarques. Foram 394.920 toneladas até julho, com incremento de 125,49%.
Nas importações, dentre as principais cargas no total acumulado, apenas o trigo registrou alta. Os destaques pela participação foram adubo, carvão, trigo e enxofre. No movimento mensal, o carvão acusou incremento de 35,75%.
A movimentação de contêineres, que já contabiliza uma participação de 31,5% do total geral das cargas operadas em Santos, atingiu no período alta de 18,61% sobre o número de TEUs.
O valor correspondente às cargas de exportação e importação registrou fluxo de US$ 28,1 bilhões até julho, representando uma participação de 26,8% no total brasileiro de US$ 104,8 bilhões.
Somente as exportações somaram US$ 17,9 bilhões, 27,7% do total nacional. Escoadas por Santos, as mercadorias tiveram como principal destino portos dos Estados Unidos (US$ 3,1 bilhões), Países Baixos (US$ 1 bilhão) e Argentina (US$ 1 bilhão).
As importações, com participação de 25,4%, alcançaram o valor comercial de US$ 10,2 bilhões, tendo participação, dentre os principais mercados de origem, de Estados Unidos (US$ 2 bilhões) e Alemanha (US$ 1,5 bilhão).







