Um imperador que reconhece seus erros na educação de seu filho e pretende corrigi-los para torna-lo um guerreio que possa sucedê-lo. Do outro lado, uma empresa que passa por uma reformulação no quadro de colaboradores e que ao contratar um novo CEO, passa a adotar lições do livro “A Arte da Guerra”. Este paralelo entre a época em que o livro de Sun Tzu foi escritito com a atualidade conquistou o público presente ao Adamastor.
Mais de 700 pessoas compareceram a peça
O vendedor Thiago Obi, que já havia lido o livro “A Arte da Guerra”, aprovou a montagem, especialmente quanto ao caminho escolhido pelo autor da peça para retratar o espírito de liderança. “A peça retratou muito bem o momento histórico e a atualidade. Para quem nunca leu o livro de Sun Tzu, deu para entender a informação passada, principalmente quanto ao espírito de liderança”, disse.
O empresário Ary de Paula Neto disse que a peça lhe ensinou uma importante lição. “A peça nos tirou do patamar de líder e nos colocou perto dos colaboradores, ou seja, mostrou que nem sempre nossos conceitos são os corretos, que é preciso aprender, também, a escutar”, falou.