Monitoramento no Centro ainda não tem data definida
O assalto ocorrido na madrugada de domingo, quando ladrões entraram no mini-shopping Poli-Let, localizado no Centro, furtando objetos eletrônicos, roupas e monitores de LCD, demonstrou que a região carece de mais segurança.Em apenas uma loja o prejuízo foi de cerca de R$ 100 mil.
A ação poderia ser evitada se um velho projeto da Prefeitura já estivesse funcionando: o monitoramento do Centro por câmeras de segurança. No entanto, a Secretaria Municipal para Assuntos de Segurança Pública de Guarulhos (SASP) informou ontem que o projeto estaria em fase final e sem definição de uma data limite.
O projeto prevê a instalação de pelo menos 29 câmeras nas principais ruas do Centro, entre elas a Dom Pedro II – onde situa-se o mini-shopping que foi alvo de bandidos -, Capitão Gabriel, Sete de Setembro, João Gonçalves e avenida Paulo Faccini, entre outras vias da região.
O presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara Municipal, vereador Toninho Magalhães Filho (PTC) informou que o prazo para a instalação era até março mas até agora não foi feito nada neste sentido. “Vamos apurar o motivo da demora e o que realmente vem ocorrendo. Vou encaminhar oficio à Prefeitura cobrando o prazo que efetivamente essas câmeras serão instaladas”, garantiu.
A Secretaria não possui um levantamento estatístico sobre os números da violência na região central, no entanto informou que existem estudos que justificam a definição dos pontos de instalação das câmaras. A implantação do sistema deve consumir recursos da ordem de R$ 985 mil e o sistema será operado 24 horas por dia por guardas municipais. O monitoramento será feito na sede da Guarda Civil Metropolitana (GCM) ficando o policiamento ostensivo à cargo da Polícia Militar (PM).







