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Desemprego cai para 9,5%

O rendimento dos trabalhadores e a formalidade do mercado de trabalho cresceram em novembro e a taxa de desemprego caiu de 9,8% em outubro para 9,5% da População Economicamente Ativa no mês passado, informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em novembro do ano passado, a taxa havia sido de 9,6%. Para o gerente da pesquisa mensal de emprego, Cimar Azeredo, o baixo dinamismo da economia está dificultando a criação de mais vagas.

A taxa de desemprego média apurada em 11 meses (janeiro a novembro) nas seis principais regiões metropolitanas – São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Salvador – foi de 10,1%, praticamente inalterada em relação à taxa de 10% de igual período de 2006.

Qualidade – Na avaliação de Azeredo, o mercado de trabalho em novembro e ao longo deste ano ficou estável em termos quantitativos, mas melhorou qualitativamente. Para ele, a estabilidade ocorreu porque não houve geração de postos de trabalho. “A economia não foi dinâmica o suficiente para isso”, afirmou.

De acordo com o IBGE, o rendimento médio real dos ocupados ficou em R$ 1.056,60 em novembro, 0,6% maior do que o de outubro e 5,7% superior ao de novembro de 2005. Azeredo atribuiu o aumento aos efeitos do reajuste do salário mínimo.

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