– Interromper a queda gerou ansiedade para a próxima reunião. Acreditamos que a taxa só voltará a baixar com mais intensidade em março ou abril. Por isso, é melhor esperar os resultados de março, para fechar o trimestre e avaliar as perspectivas para o ano – diz Alfieri.
A Associação Comercial de São Paulo começou 2004 apostando em alta de 6% nas vendas deste ano, empolgada com os resultados do último bimestre do ano passado.
Para Fábio Pina, assessor econômico da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), ainda não há números suficientes sobre as vendas desde início de ano, mas a interrupção da queda de juro deu um “banho de água morna” no comércio. Segundo ele, o aumento do volume de crédito foi adiado, assim como o ímpeto de crescimento. A entidade prevê uma alta entre 3% e 4% no faturamento do comércio este ano. Pina afirma que é cedo para rever números.
Cleide Carvalho