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Bolsa oscila, mas fecha em máxima histórica; dólar cai

Começou com queda de 2% e terminou em alta de 1,6% e nova máxima histórica

Assim se comportou a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) nesta quarta-feira, 30, em dia de novas regras para o mercado de ações na China e a divulgação da ata do banco central dos Estados Unidos (Fed).

Em Nova York, os índices de ações fecharam com valorização depois de muito sobe-e-desce. “O Fed continuou ressaltando a inflação acima do nível confortável, que dados recentes reforçam cenário de produção industrial forte, investimentos fortes, e inflação mais puxada no presente, porém com expectativas positivas mais para frente”, explicou a analista da SLW, Kelly Trentin. Ela ponderou que o mercado já vinha esboçando uma melhora antes da ata do Fed, à medida em que as preocupações sobre a China foram perdendo força ao longo do dia.

O índice Dow Jones – que mede o desempenho das ações mais negociadas na bolsa de Nova York – fechou em alta de %. A Nasdaq – bolsa que negocia ações do setor de tecnologia e Internet – fechou em alta de %. A bolsa de Xangai caiu 6,5% em reação ao aumento de uma taxa sobre os negócios com ações no mercado local.

Mercado cambial – O dólar acompanhou a oscilação dos mercados externos e fechou em baixa nesta quarta-feira, após ter subido no início do dia em reação à forte perda das ações na China. A moeda norte-americana encerrou cotada a R$ 1,9420, na mínima do dia, com queda de 0,41%. Na máxima da sessão, o dólar chegou a subir 0,62%, a R$ 1,9620.

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